Lê-se hoje no DN, que Pedro Passos Coelho afirmou a necessidade de "conquistar o coração (dos Portugueses) para as políticas que vamos ter de realizar".Já o Público também de hoje, cita a afirmação do líder do PSD de que: "As políticas socialistas dos últimos 15 anos não são produto da razão nem do coração".
A insistência tem uma causa e um objectivo: Retirar o "monopólio do coração" (como um dia disse Giscard d'Estaing) à Esquerda - se entendermos este PS como sendo de Esquerda o que é amplamente discutível - é crucial numa fase em que a razão dos Portugueses claudica perante a "ração" que lhe é imposta.
Está visto, que o perigo das próximas eleições - que não estarão tão longe quanto se pensa -, está na capacidade que os eleitores terão ou não, de enfrentar a realidade dos números e dos efeitos decorrentes das soluções para combate à crise, das reformas, endividamento externo, investimento público e até privado, etc, etc, etc...
Por outro lado, este discurso, é bem um exemplo da demagogia mais bacoca ao estilo, Igreja Universal do Reino de Deus!... Frases como "Nós dizemos o amado Estado Providência" é de ir às lágrimas, mas de riso nervoso e não de comoção.
Já vai sendo tempo, dos nossos políticos fazerem crer aos portugueses, de que podem acreditar neles!... Passos Coelho para se afirmar como verdadeiro candidato a 1º ministro carece de posturas de exigência e rigor, coisas que até agora não demonstrou. Os portugueses precisam de ter confiança, por isso, é tarefa do PSD, do seu líder e dos que o acompanham, continuar o caminho percorrido nestes cem dias, apoiado numa dupla lucidez que permita aliar a frieza da análise - obrigatória para a boa gestão da Coisa pública - à inteligência emocional do discurso, indispensável à transmissão eficaz das mensagens assentes num triângulo de valores: Equilíbrio, coerência e confiança.
Já vai sendo tempo, dos nossos políticos fazerem crer aos portugueses, de que podem acreditar neles!... Passos Coelho para se afirmar como verdadeiro candidato a 1º ministro carece de posturas de exigência e rigor, coisas que até agora não demonstrou. Os portugueses precisam de ter confiança, por isso, é tarefa do PSD, do seu líder e dos que o acompanham, continuar o caminho percorrido nestes cem dias, apoiado numa dupla lucidez que permita aliar a frieza da análise - obrigatória para a boa gestão da Coisa pública - à inteligência emocional do discurso, indispensável à transmissão eficaz das mensagens assentes num triângulo de valores: Equilíbrio, coerência e confiança.
Meus amigos: O povo não é “burro”, e com posturas destas, o desejado poder, mesmo que em tempo de crise, fica mais distante…




