- O Partido Socialista, acusou PedroPassos Coelho de não falar verdade sobre nomeações;- Rui Rio critica o Governo e sugere uma meia-volta, na busca do caminho certo;
- Paulo Portas zanga-se com Rio, pelas criticas feitas às nomeações para as Águas de Portugal;
- António Capucho e Lobo Xavier, não poupam críticas a Passos Coelho, classificando as nomeações feitas pelo seu Governo, como castigo aos consumidores e uma avalanche em pacote.
- Mota Soares -o tal da Vespa, torna-se na cópia fiel de Passos Coelho, e o que dizia enquanto deputado, passou a desdizer como Ministro.
Enquanto isto, o Ministro das Finanças com as suas contas, feitas à moda não se sabe de quê, já leva em Janeiro uma derrapagem orçamental de 500 milhões, porque segundo ele, se esqueceu de contabilizar as dividas aos hospitais e as pensões dos bancários;
A economia paralela atinge já os números assustadores de 25% do PIB nacional, correspondente a 43 mil milhões de euros, que davam para pagar toda a dívida e ainda sobrava dinheiro;
O Partido Comunista, protesta... mas os resultados dos seus protestos são “zero”;
O Bloco de Esquerda, faz denúncias atrás de denúncias, mas o clientelismo e a corrupção parecem ter pegado de estaca;
Este é o retrato do país que temos!... Um país, que no meio de toda esta engrenagem, se afunda cada vez mais, sem que seu Povo, vislumbre uma luz que seja ao fundo do túnel!... Um país, cada vez mais castigado pelas agências financeiras em função das fracas perspectivas de desenvolvimento económico e pelos agiotas, e um povo, que pese embora os mais violentos sacrifícios que lhe foram impostos e uma austeridade de que há memória, mesmo mobilizando-se para responder às exigências das necessidades, não vê respostas que criem expectativas positivas para o seu futuro e das gerações vindouras. Os lobbies, os interesses corporativos e as engrenagens politicas, falam mais alto que o interesse nacional e do seu povo.
Os portugueses já sabem, que desde que tomou posse, Passos Coelho, ainda não se cansou de mentir!... Definir, divulgar e colocar em prática um calendário rigoroso de aprovação das principais reformas, para comprometer os ministros e mobilizar os cidadãos e fazer o ponto de situação da execução dos planos das reformas prometidas, são práticas que esperam por melhores dias...
Torna-se já hoje visivel, a descoordenação entre o Primeiro-Ministro e os restantes membros do Governo!... Três alterações às leis laborais em seis meses; quatro entrevistas do primeiro-ministro em 15 dias; três semanas de anúncios de alterações às taxas moderadoras; noticias de alterações a um OE acabado de aprovar; sim ou não, a medidas adicionais de austeridade; fuga de Paulo Portas aos grandes temas da actualidade; nomeações e prática compulsiva da mentira, são por demais sintomas que o enfraquecem, que o levam a práticas pouco recomendáveis e que mostra a descoordenação governamental.
A "terapia de choque" que está a ser aplicada a Portugal e aos portugueses pela "troika estrangeira", com a conivência e participação activa do governo português, muito semelhante aliás, à que foi aplicada no Chile de Pinochet pelos "Chicago boys" e em vários países da América Latina e do Leste Europeu pelo FMI, que se baseia nos quatro credos ultraliberais – desregulamentar, liberalizar, e privatizar tudo e cortes brutais nas despesas sociais e no investimento público – está a lançar Portugal numa recessão profunda e no abismo. O Governo e o Banco de Portugal têm mudado continuamente e para pior, as suas previsões. O Ministro das Finanças previa em Setembro de 2011, que a redução do PIB em 2012 seria -1,8%; em Outubro de 2011, as mesmas previsões subiram para -2,8%; e em Dezembro de 2011 a previsão de quebra na actividade económica em 2012 passou para -3%, ou seja: Menos 5.100 milhões € de PIB do que em 2011, quando nesse mesmo ano o, PIB já tinha tido um decréscimo, relativamente a 2010, em mais de 2.100 milhões €. As previsões do Banco de Portugal também mudam continuamente. No 3º Trimestre de 2011, o BP, previa que a quebra do PIB em Portugal em 2012, seria de -2,2%; mas no 4º Trimestre também de 2011, essa previsão foi agravada para -3,1%. É evidente que a recessão económica em 2012 será muito superior à anunciada pelo Governo e pelo Banco de Portugal, sendo muito provável uma redução do PIB de -5% em 2012.
A política de austeridade cega e destruidora, imposta pelo quinteto PSD/CDS/FMI/BCE/CE, a continuar assim , terá consequências dramáticas para os portugueses. Para concluir isso, interessa recordar que, segundo o Eurostat, a taxa oficial de desemprego em Portugal no fim do ano de 2011, atingiu 13,2%, o que corresponde a 732 mil desempregados oficiais. O Banco de Portugal no Boletim Económico de Inverno de 2011 (pág. 13), que acabou de divulgar, prevê que se verifique em 2012 uma redução de emprego de 1,8% - quase o dobro da de 2011 -, o que corresponde à destruição de 87 mil postos de trabalho. Se somarmos a este valor a previsão de novos trabalhadores que entram todos os anos no mercado de trabalho, rapidamente se conclui que o desemprego oficial deverá atingir, em 2012, pelo menos, 860 mil portugueses, o que corresponde a uma taxa oficial de desemprego de 15,5%. Mas se juntarmos a este valor, ainda todos aqueles desempregados que não são considerados nas estatísticas oficiais de desemprego – os "inactivos disponíveis" e o "subemprego visível" – rapidamente se conclui que o desemprego efectivo em Portugal deverá atingir, este ano, pelo menos, 1.213.000 portugueses, o que corresponde a uma taxa efectiva de desemprego de 21,1%. São valores dramáticos que provam de uma forma clara, a falência e a irracionalidade da política que o Governo PSD/CDS e a troika estrangeira teimam em prosseguir.
Mas ainda assim e perante estes números que são inquestionáveis, ao Primeiro-Ministro de Portugal, não se ouve uma palavra para combate a esta "praga"; ao Ministro das Finanças com ar de aluno compenetrado e obediente, apenas se ouve dizer, que "não existe outra opção que não seja cumprir" o que a troika estrangeira quer, e do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, o que se sabe, é que de tão distraído que anda, nem deu pela retirada aos pensionistas, de uma valente fatia,às pensões abaixo dos 600 €, pensionistas esses, que na oposição eram nem mais nem menos, que a sua grande "bandeira". Resta saber, se o "buraco" que está a ser cavado será tão fundo, que teremos de renascer das cinzas...
Os portugueses já sabem, que desde que tomou posse, Passos Coelho, ainda não se cansou de mentir!... Definir, divulgar e colocar em prática um calendário rigoroso de aprovação das principais reformas, para comprometer os ministros e mobilizar os cidadãos e fazer o ponto de situação da execução dos planos das reformas prometidas, são práticas que esperam por melhores dias...
Torna-se já hoje visivel, a descoordenação entre o Primeiro-Ministro e os restantes membros do Governo!... Três alterações às leis laborais em seis meses; quatro entrevistas do primeiro-ministro em 15 dias; três semanas de anúncios de alterações às taxas moderadoras; noticias de alterações a um OE acabado de aprovar; sim ou não, a medidas adicionais de austeridade; fuga de Paulo Portas aos grandes temas da actualidade; nomeações e prática compulsiva da mentira, são por demais sintomas que o enfraquecem, que o levam a práticas pouco recomendáveis e que mostra a descoordenação governamental.
A "terapia de choque" que está a ser aplicada a Portugal e aos portugueses pela "troika estrangeira", com a conivência e participação activa do governo português, muito semelhante aliás, à que foi aplicada no Chile de Pinochet pelos "Chicago boys" e em vários países da América Latina e do Leste Europeu pelo FMI, que se baseia nos quatro credos ultraliberais – desregulamentar, liberalizar, e privatizar tudo e cortes brutais nas despesas sociais e no investimento público – está a lançar Portugal numa recessão profunda e no abismo. O Governo e o Banco de Portugal têm mudado continuamente e para pior, as suas previsões. O Ministro das Finanças previa em Setembro de 2011, que a redução do PIB em 2012 seria -1,8%; em Outubro de 2011, as mesmas previsões subiram para -2,8%; e em Dezembro de 2011 a previsão de quebra na actividade económica em 2012 passou para -3%, ou seja: Menos 5.100 milhões € de PIB do que em 2011, quando nesse mesmo ano o, PIB já tinha tido um decréscimo, relativamente a 2010, em mais de 2.100 milhões €. As previsões do Banco de Portugal também mudam continuamente. No 3º Trimestre de 2011, o BP, previa que a quebra do PIB em Portugal em 2012, seria de -2,2%; mas no 4º Trimestre também de 2011, essa previsão foi agravada para -3,1%. É evidente que a recessão económica em 2012 será muito superior à anunciada pelo Governo e pelo Banco de Portugal, sendo muito provável uma redução do PIB de -5% em 2012.
A política de austeridade cega e destruidora, imposta pelo quinteto PSD/CDS/FMI/BCE/CE, a continuar assim , terá consequências dramáticas para os portugueses. Para concluir isso, interessa recordar que, segundo o Eurostat, a taxa oficial de desemprego em Portugal no fim do ano de 2011, atingiu 13,2%, o que corresponde a 732 mil desempregados oficiais. O Banco de Portugal no Boletim Económico de Inverno de 2011 (pág. 13), que acabou de divulgar, prevê que se verifique em 2012 uma redução de emprego de 1,8% - quase o dobro da de 2011 -, o que corresponde à destruição de 87 mil postos de trabalho. Se somarmos a este valor a previsão de novos trabalhadores que entram todos os anos no mercado de trabalho, rapidamente se conclui que o desemprego oficial deverá atingir, em 2012, pelo menos, 860 mil portugueses, o que corresponde a uma taxa oficial de desemprego de 15,5%. Mas se juntarmos a este valor, ainda todos aqueles desempregados que não são considerados nas estatísticas oficiais de desemprego – os "inactivos disponíveis" e o "subemprego visível" – rapidamente se conclui que o desemprego efectivo em Portugal deverá atingir, este ano, pelo menos, 1.213.000 portugueses, o que corresponde a uma taxa efectiva de desemprego de 21,1%. São valores dramáticos que provam de uma forma clara, a falência e a irracionalidade da política que o Governo PSD/CDS e a troika estrangeira teimam em prosseguir.
Mas ainda assim e perante estes números que são inquestionáveis, ao Primeiro-Ministro de Portugal, não se ouve uma palavra para combate a esta "praga"; ao Ministro das Finanças com ar de aluno compenetrado e obediente, apenas se ouve dizer, que "não existe outra opção que não seja cumprir" o que a troika estrangeira quer, e do Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, o que se sabe, é que de tão distraído que anda, nem deu pela retirada aos pensionistas, de uma valente fatia,às pensões abaixo dos 600 €, pensionistas esses, que na oposição eram nem mais nem menos, que a sua grande "bandeira". Resta saber, se o "buraco" que está a ser cavado será tão fundo, que teremos de renascer das cinzas...




